Notebook VOSTRO 1000
Livro super interessante sobre acessibilidade.
Encontrei um link muito interessante sobre o tema “Acessibilidade na WEB”. O único problema é que o livro está escrito em Inglês, mas para que isso não seja um problemas, vamos pensar que além de aprendermos sobre acessibilidade ainda vamos dar uma treinada em nosso inglês.
É só clicar no link abaixo:
Acessibilidade na web - Custo ou benefício?
A acessibilidade no desenvolvimento de sites não é uma concessão, um ato de boa vontade para com usuários com necessidades específicas: é uma visão estratégica e lucrativa.
Imagine o site de uma loja ou de um banco construídos sem a acessibilidade adequada: uma pessoa com deficiência ou com qualquer tipo de dificuldade de acesso - potenciais clientes - estarão automaticamente excluídos. E o que dizer dos sites de serviços públicos?
Esse vídeo de 12 minutos sobre a Acessibilidade Web, mostra algumas das principais barreiras de diversos sites e suas soluções. Conheça na íntegra esse projeto e faça o download do vídeo em um dos formatos disponíveis no link abaixo:
Vídeo: “Acessibilidade na Web: Custo ou Benefício?“
————————————————————– ACESSO DIGITAL
IBGE mede avanço do acesso à web no país
RIO DE JANEIRO - O número de provedores de internet em municípios brasileiros cresceu 178% nos últimos sete anos.
O aumento da oferta de provedores locais de internet subiu 178% entre os anos de 1999 a 2006.
A informação está entre os dados apurados pelo Suplemento de cultura da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic 2006), divulgado esta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A pesquisa mostra a incorporação de novos usuários e, segundo o ministro da Cultura, Gilberto Gil, “não é à toa que nos dedicamos à inclusão digital, às políticas digitais de extensão de banda larga e de acesso à internet”.
O número de provedores evoluiu de 16,4% dos municípios em 1999 para 45,6%, em 2006. Já em relação a 2005, quando o percentual foi de 46%, a pesquisa mostrou estabilidade.
Ainda de acordo com o Munic 2006, no entanto, dos 13 equipamentos e meios de comunicação investigados, as livrarias apresentaram retração de 15,5% no período, seguidas por TV aberta, com -3,2%.
“O meio empresarial, o meio produtor, o meio editorial brasileiro devem ter consciência de que cada vez mais é preciso difundir o livro”, afirmou Gil, em referência à Bienal do Livro que se realiza no Rio de Janeiro. Ele ressaltou que ações semelhantes devem ocorrer em todo o país.
“Os índices de leitura no Brasil, comparados com os de outros países, ainda são baixos. O índice mesmo de edição ainda é baixo”, comentou. A expectativa, acrescentou, é que haja uma migração para outros meios de leitura, como jornais ou mesmo a internet: “Não diria que o déficit de livrarias, o déficit de livros nas casas das pessoas, esteja sendo compensado totalmente pela internet. Mas acredito que o hábito da leitura está migrando parcialmente, significativamente e positivamente também, para a internet e para os meios eletrônicos”.
A pesquisa do IBGE revela ainda que as bibliotecas públicas são o equipamento cultural que mais recebe apoio das prefeituras: 97,8% das cidades têm pelo menos uma biblioteca mantida pelo poder municipal e 94,1% possuem ginásios ou estádios esportivos.
—————————————————————- Agência Brasil
Mais de 20 milhões de brasileiros navegam na internet de casa


Pela primeira vez, o número de internautas residenciais ativos –aqueles que navegam ao menos uma vez por mês de casa– passou dos 20 milhões no Brasil. Em setembro de 2007, a quantidade de internautas que acessam a rede de casa chegou aos 20,1, segundo informou ontem um relatório do Ibope/NetRatings, que mapeia a web brasileira.
Em comparação com o mesmo período ano passado, o volume de internautas aumentou 47%, segundo o levantamento. Considerando todos os ambientes (residência, trabalho e locais públicos gratuitos e pagos), o número total de pessoas com acesso à internet no Brasil já é de 36,9 milhões.
Em tempo de uso da internet residencial, os internautas brasileiros, com 22 horas mensais por pessoa, continuam a ser os que mais gastam tempo navegando.
Estamos à frente dos norte-americanos, que têm 18 horas e 54 minutos, e dos japoneses, que registraram em setembro 18 horas e 21 minutos. Em setembro de 2006, o tempo de navegação domiciliar dos brasileiros havia sido de 20 horas.
———————————————————- Folha Online
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